Dica : 5 dicas para tornar sua rede sem fio mais segura

5 dicas para tornar sua rede sem fio mais segura

Caso você queira impedir que isso aconteça você, há algumas medidas que podem ser tomadas para aumentar a proteção em torno da sua rede sem fio. Com isso, estranhos não consomem o seu pacote de dados e não prejudicam a velocidade da sua conexão, sendo que isso pode resultar em maior segurança para todo o seu computador.

Dicas como essas já foram dadas antes pelo Tecmundo, como você pode conferir clicando aqui. Dessa maneira, se você está curioso e desconfiado que o seu vizinho está dando uma de “esperto”, basta continuar lendo este artigo.

1. Sem preguiça!

Quando você recebe um roteador, normalmente uma senha e um nome de usuários padrão são utilizados — algo como “Operadoras1805” e código “11223344”. Acontece que essas características são mais fáceis de serem identificadas por hackers, de maneira que é melhor utilizar as ferramentas da empresa do seu aparelho (como um site, por exemplo) para alterar estas duas informações o mais rápido possível.

2. Erguendo proteções

5 dicas para tornar sua rede sem fio mais segura

Os modelos mais modernos de roteadores contam com a alternativa nativa de utilizarem proteções de firewall, dificultando qualquer tipo de possível invasão. No entanto, nem sempre essa ferramenta é ativada de fábrica, da maneira que é aconselhável conferir se ela está trabalhando — assim como também é bom proteger todas as máquinas que se conectarem a esta rede.

3. Cuidado com o que conecta

Para facilitar o seu trabalho, alguns roteadores contam com a capacidade de trabalhar com aparelhos “Universal Plug and Play” — também conhecidos como UPnP e que nada mais são do que dispositivos que podem ser plugados na sua máquina para desempenhar alguma função. No entanto, eles podem carregar vírus de acesso remoto, por exemplo, de maneira que é sempre aconselhável não programar para que essa comunicação trabalhe no automático.

4. Fique de olho

5 dicas para tornar sua rede sem fio mais segura

Caso você esteja desconfiado de que estejam utilizando a sua conexão de maneira indevida, por mais que você tenha tomado algumas medidas preventivas, há programas que podem ajudar. Um exemplo é o NetMeter, que monitora o seu consumo de dados e pode auxiliar na procura por alguma “brecha” — o Baixaki também conta com outros programas do gênero.

5. Uma proteção a mais

Todos os roteadores vendidos contam com algo chamado de endereço físico (ou apenas MAC), que é único e disponibilizado no próprio aparelho. Apesar de dar um pouco de trabalho e de não ser algo perfeito, você pode habilitar para que computadores só se conectem ao seu WiFi somente quando esse código for cedido, de maneira que apenas a senha convencional não seria o suficiente para quebrar a segurança.

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É importante lembrar que todo modelo de aparelho tem uma forma única de trabalho, sendo importante que você tenha o manual do aparelho ou a possibilidade de entrar em contato com a fornecedora para configurá-lo corretamente. 

fonte: tecmundo

votação do Marco Civil da Internet

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O Marco Civil da Internet (Projeto de Lei 2126/11) deve ser votado na Câmara dos Deputados até a próxima segunda-feira dia 28, sob o risco de trancar a pauta da casa. A proposta tramita em regime de urgência, solicitado pela presidenta Dilma Roussef após a descoberta de que os Estados Unidos andavam espionando o Brasil. Com 34 emendas, o texto ainda sofre pressão e corre risco de ser modificado.

No centro dos interesses das empresas de telecomunicação, a neutralidade de rede (princípio que defende tratamento igual para qualquer pacote de dados) continua sendo atacada pelos provedores do serviço de internet. O presidente do grupo Telefônica-Vivo, Antônio Carlos Valente, defendeu nesta semana que seria preciso “pacificar o entendimento” antes de se tomar qualquer decisão sobre o projeto de lei e que este não deveria impedir os usuários de comprarem pacotes de serviços diferenciados.

A declaração do presidente da Telefônica foi feita em um momento importante da organização do empresariado, significativo para compreender o cenário. As teles se encontram reunidas até o dia 24 (quinta) no Rio de Janeiro, no Futurecom, maior evento a tratar do tema das telecomunicações na América Latina.

No último dia 22, deputados teriam recebido uma carta assinada por 45 entidades de comércio mundial (câmaras e associações) solicitando a exclusão no Marco Civil da Internet de dispositivos que exijam a guarda de dados no Brasil. A proposta do projeto de lei tem como objetivo diminuir a dependência do país das decisões tomadas em cortes estrangeiras, quando relacionadas à investigação dos chamados “cibercrimes”. Os signatários do documento que pede a mudança no texto alegam que com tais medidas haveria perda de segurança, aumento de custos nas transações, queda de competitividade e prejuízos aos consumidores.

Movimentos de defesa de direitos digitais querem a aprovação do texto do Marco Civil da Internet da forma que se encontra atualmente, exceto pelo segundo parágrafo do artigo 15, que levanta barreiras ao livre compartilhamento em nome do interesse da indústria do entretenimento. Para empresas como as emissoras de televisão e as grandes gravadoras, é importante que se mantenha o mecanismo de retirada de determinados conteúdos da internet por meio de simples notificação dirigida ao provedor, sem necessidade de decisão judicial. Constrange-se, assim, o intermediário que disponibiliza a plataforma para que usuários distribuam seus conteúdos e se fortalece a indústria apoiada na exploração dos direitos autorais.

O relator do texto Alessandro Molon (PT-RJ) defende a votação em Plenário mesmo sem consenso. O deputado considera que a proposta não foi votada ainda devido à resistência das empresas de telefonia, que são também as provedoras de conexão. O ministro Paulo Bernardo, em conversa com a sociedade civil, teria afirmado que o governo já haveria conseguido maioria para votar a aprovação da neutralidade de rede no plenário, embora preveja que a vitória contra empresas como a Globo, que querem controlar a veiculação de conteúdos em canais como o Youtube, não seria tão garantida.

fonte: revista.espiritolivre.org

Espanha convoca embaixador do EUA para esclarecer espionagem

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O governo espanhol convocou o embaixador dos Estados Unidos no país, James Costos, para ser ouvido na próxima segunda-feira dia 28 sobre as notícias divulgadas dia 25 pela imprensa do país, que informou que o Serviço Secreto norte-americano também teria espionado as comunicações da Espanha. De acordo com as informações, a Agência de Segurança Nacional (NSA) espionou diversos membros do governo e políticos, inclusive o ex-primeiro-ministro, José Luis Rodríguez Zapatero.

A convocação do embaixador foi anunciada hoje pelo primeiro-ministro do país, Mariano Rajoy, que participa, em Bruxelas, na Bélgica, do encontro de líderes da União Europeia. O ministro de Assuntos Exteriores da Espanha, José Manuel García-Margallo, disse que a reunião com o embaixador norte-americano está marcada para a manhã de segunda-feira.
O tema passou a ser o principal da agenda na reunião de chefes de Estado e de governo da União Europeia depois de, nos últimos dias, a imprensa internacional ter noticiado espionagem dos Estados Unidos à França. O governo da Alemanha informou que também investiga a interceptação de chamadas do telefone celular da chanceler Angela Merkel.

“Não temos provas de que Espanha tenha sido espionada, mas estamos chamando o embaixador para obter informação. As atividades de espionagem não são apropriadas entre países sócios e aliados. Espanha e Estados Unidos são países amigos e aliados e desejamos manter uma relação bilateral o mais estreita possível”, disse Rajoy.

A condenação do monitoramento de comunicações feito pelos Estados Unidos já havia sido condenado tanto por Merkel, quanto pelo presidente da França, François Hollande. Os governos alemão e francês também convocaram os embaixadores dos Estados Unidos em seus países para prestar explicações.
França e a Alemanha, por meio do presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy, comunicaram que vão buscar um entendimento com os Estados Unidos sobre os serviços de espionagem até o final do ano. A iniciativa deve ter a adesão de outros países da União Europeia.
O primeiro-ministro de Portugal, Pedro Passos Coelho, disse que o país vai participar das conversas. Mariano Rajoy, por outro lado, informou que a Espanha não vai integrar esses esforços por entender que questões relacionadas à inteligência são de responsabilidade dos governos nacionais e não da União Europeia.

fonte: ubuntued.info

Raio-X com Ubuntu?

Cientistas inventam mecanismo para “enxergar” através de paredes. Adivinha que sistema ele usa?

Para criar o novo mecanismo, a equipe utilizou 3 antenas acopladas a uma parede, com um metro de distância entre cada uma. Dessas antenas, duas serviam para transmitir ondas que refletiam os movimentos de uma pessoa andando na sala ao lado e uma as recebia. Essa antena receptora passava as informações para um computador, que processava os dados para localizar a pessoa.

Você deve estar pensando: “mas esse tipo de visão já existe com sistemas de rastreamento por wi-fi!”. Sim, é verdade. Mas, o impressionante do sistema criado pelo MIT é que ele é capaz de apontar a localização com uma margem de erro de apenas 10 centímetros – e isso traz mais precisão do que os métodos em que a pessoa segura um dispositivo transmissor na própria mão. “O que estamos fazendo aqui é gerar localização através de uma parede sem que a pessoa segure qualquer transmissor ou receptor. Estamos usando simplesmente reflexos do corpo humano”, explica o Ph.D Fadel Adlib.

Essa particularidade, porém, também tem um lado perigoso: qualquer um pode espionar outro ambiente, sem que as pessoas fiquem sabendo que estão sendo vigiadas. Por enquanto, não é preciso se preocupar. Os pesquisadores ainda precisam melhorar alguns pontos do sistema para que ele atinja seu potencial. Um dos desafios é fazer com que o mecanismo funcione com mais de uma pessoa ao mesmo tempo no ambiente. Além disso, as pessoas ainda aparecem representadas como pontos vermelhos na tela do computador. A ideia deles é mudar essa representação para silhuetas.

fonte: ubuntued.info

Vingança pornográfica: como esse fenômeno está mudando as leis dos países

Vingança pornográfica: como esse fenômeno está mudando as leis dos países

A consolidação da internet como o principal meio de comunicação de nosso tempo encheu a humanidade de novas possibilidades. Se antes era preciso aguardar até o dia seguinte para ler as notícias no jornal, vê-las em um noticiário ou escutá-las no rádio, hoje o mundo sabe das coisas quase que em tempo real.

Mas nem todo avanço da tecnologia está livre de contratempos, especialmente quando somado à estupidez humana, e esse é também o caso da web. Um exemplo é o que vem sendo chamado de “vingança pornográfica”, que se trata, a grosso modo, de um ex-namorado liberando na internet vídeos e imagens íntimas — e não raramente até nome e endereço — de sua ex-namorada.

Como as leis normalmente estão atrás dos costumes, a Justiça em muitos países já começa a criar mecanismos para punir este tipo de crime de forma mais direta e específica. No Brasil, há inclusive um projeto de lei complementar em tramitação na Câmara dos Deputados para equiparar a divulgação não autorizada de imagens íntimas da mulher a um ato de violência doméstica.

Modernidade a serviço da decepção

Quando pessoas adultas resolvem fazer sexo de forma consentida, há um acordo de cumplicidade implícito ali. Homens e mulheres que sabem o que estão fazendo não precisam responder nada a ninguém, exceto a si próprios, e, se todos os envolvidos concordam em registrar aquele momento — em vídeo, imagens, áudio ou o que for —, não há nada de errado nisso.

Mas nem sempre tudo sai como esperado, e a frustração pelo fim de um relacionamento às vezes causa diversos problemas. Nesse caso, a posse de material íntimo da ex-parceira acaba se tornando um instrumento de vingança, e não é incomum encontrar na rede vídeos de moças que “caíram na net” e tiveram a sua intimidade revelada de forma não autorizada.

Uma rápida pesquisa na web revela que não somente mulheres são vítimas da “vingança pornográfica”, como elas são, indiscutivelmente, a imensa maioria nesse grupo. Com a popularização de celulares com câmera e serviços como WhatsApp, que permitem o rápido compartilhamento de informações para milhares de pessoas, a situação se tornou ainda mais grave.

Isso tudo, dentro de um panorama social no qual a sexualidade da mulher não somente é desestimulada como também reprimida, ao contrário do que acontece com os homens, nos leva a um resultado pesaroso: muitas pessoas culpando a vítima, como se o problema em questão fosse sua suposta ingenuidade e não a falta de respeito de quem “vaza” o conteúdo na internet.

A lei tenta se modernizar

Em alguns países, a lei começa a se modernizar para tratar de casos de vingança pornográfica de forma mais específica. Nos Estados Unidos, apenas o estado da Califórnia já tem uma lei do tipo em vigor, que pune com multa de mil dólares e seis meses de prisão quem divulgar imagens de genitália ou de seios (no caso de uma mulher) de alguém identificável sem a autorização. Outros estados também já começam a se mobilizar para coibir este tipo de prática.

Na Espanha, uma proposta de alteração no código penal recém-reformado do país inclui a tipificação do crime de divulgação não autorizada de imagens íntimas. Se aprovada, a pena para que cometer crimes do gênero será de 3 a 12 meses de encarceramento.

Combate específico também no Brasil

No Brasil, já houve casos em que um homem foi condenado pela Justiça a pagar indenização por divulgar fotos íntimas de sua ex-namorada — a decisão foi tomada com base na legislação sobre uso indevido de imagem já existente no país. Contudo, há um projeto de lei complementar (PLC 5555-2013), proposta do deputado João Arruda (PMDB-PR), que pretende classificar a divulgação sem consentimento deste tipo de material como violência doméstica.

O PLC, conhecido como Lei Maria da Penha Virtual, pretende fazer uma adição à atual Lei Maria da Penha, que combate e coíbe a violência doméstica contra as mulheres. A proposta é incluir a divulgação de imagens íntimas sem autorização expressa no artigo 7º, que define as formas de violências domésticas contra a mulher reconhecidas pela lei.

Segundo o autor do projeto, a violação da intimidade da mulher por meio do vazamento de fotos e vídeos íntimos sem o seu consentimento é “uma dimensão da violência doméstica contra a mulher que ainda não foi abordada por nenhuma política pública ou legislação”, daí a necessidade de tratar o tema de forma mais específica.

Vale lembrar que a Lei Maria da Penha não serve somente para violência cometida contra a mulher em um âmbito matrimonial, sendo aplicada também para agressões causadas por namorados e ex-namorados. A proposta de Arruda visa ampliar esse conceito para aumentar a proteção à mulher nesse caso, garantindo ainda mais agilidade a esse processo.

fonte: tecmundo

Microsoft participa do Teleton 2013 com doação de licenças de software

Microsoft participa do Teleton 2013 com doação de licenças de software

 Neste final de semana o SBT, em parceria com Fox Life e a Sony Spin, promove a décima edição do Teleton, evento que tem como objetivo arrecadar fundos para a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD). Entre as empresas parceiras dessa edição, uma delas é a Microsoft.

A companhia informou que doará à entidade mais de 1.600 licenças de software para uso nas unidades espalhadas pelo país. A entrega dos certificados foi feita na madrugada de sexta para sábado, durante a transmissão do programa na TV, por Kátia Gianone, diretora de cidadania e comunicação corporativa da Microsoft Brasil.

“Para a Microsoft, é uma grande alegria apoiar o Teleton e saber que nossas tecnologias podem contribuir para o dia a dia das pessoas atendidas pela AACD. Nossa paixão em servir a sociedade é o que nos move para oferecer software, serviços e soluções que ajudam pessoas e empresas a alcançarem seu potencial pleno”, diz Katia.

fonte: tecmundo

Estudante cria software que protege vítimas de sequestro relâmpago

Estudante cria software que protege vítimas de sequestro relâmpago

O número de sequestros relâmpagos é alarmante, principalmente nas capitais e grandes cidades. Os danos financeiros da vítima são enormes, já que o ladrão obriga a pessoa a retirar o máximo de dinheiro possível nos caixas eletrônicos. Pensando nisso, o estudante Pedro Ivo Gomes, do curso de Informática da Escola Técnica Rezende-Rammel, criou um método para diminuir o prejuízo da pessoa, iludindo o ladrão.

Segundo o aluno, a ideia é implantar um software, batizado de Legendary, em máquinas de autoatendimento. O dispositivo seria acionado por meio de um código que só a pessoa saberia, sem alertar o meliante. “A pessoa, ao ser obrigada a realizar o saque no caixa eletrônico, ao invés de digitar a senha certa, usará uma senha de emergência”, explica.

Para o estudante, que pretende ser analista de sistemas, o diferencial do sistema é poder utilizar as funcionalidades do caixa eletrônico com apenas uma porcentagem do saldo da conta disponível, sem que a máquina dê qualquer sinal de que está em modo de segurança. “A proposta é iludir o bandido e diminuir o dano financeiro, mas de forma segura”, finaliza.

fonte: tecmundo