Empresa cria robô capaz de tirar o seu sangue

Empresa cria robô capaz de tirar o seu sangue

 Muita gente tem medo de doar sangue pelo simples fato de que a injeção para a coleta pode doer um pouco — e grande parte dessas pessoas já sente um frio na barriga na hora em que a enfermeira passa o algodão com álcool. Para resolver essa questão e tornar o processo de trabalho mais simples e menos dolorido, uma empresa chamada Veebot criou um robô que recebe o mesmo nome.

A máquina utiliza uma espécie de torniquete para fazer com que as veias fiquem mais salientes. Em seguida, ela analisa o braço da pessoa utilizando diferentes tipos de sensores — como infravermelhos e ultrassom — e um software de análise de imagem para encontrar a melhor veia e inserir a agulha, resultando em apenas um minuto de trabalho.

E já trabalha bem!

Além de fazer com que o processo de recolher sangue doa menos, os desenvolvedores também têm o objetivo de padronizar esse tipo de trabalho, fazendo com que aconteçam menos erros ou complicações. Apesar de ainda estar em fase de testes, o protótipo do Veebot já alcança uma taxa de 83% de sucesso — a mesma de enfermeiros médios.

Agora, os responsáveis pelo projeto pretendem fazer com que a máquina ultrapasse a marca de 90% e fique cada vez mais eficiente, até que os testes clínicos realmente comecem. E aí, você entregaria o seu sangue para um robô sem medo ou o seu pavor de agulhas aumenta sem alguém para dizer que “é só uma picadinha”?

fonte: tecmundo

Sensor bucal detecta se você está fumando ou comendo demais

Sensor bucal detecta se você está fumando ou comendo demais 

 Sabe aquelas clássicas mentiras que as pessoas costumam contar aos seus dentistas durante os exames de rotina? Um grupo de cientistas da Universidade Nacional de Taiwan pode ter inventado um acessório capaz de invalidá-las em definitivo: um sensor que pode ser colocado em seu dente para registrar em detalhes todas as suas atividades bucais. Em outras palavras, o aparelho é capaz de saber se você está comendo demais, fumando em excesso e fazendo outras práticas proibidas pelo seu médico.

O protótipo do invento foi testado em dentaduras e conseguiu detectar corretamente quando a cobaia estava mascando, fumando, tossindo e falando durante 94% do tempo de uso. De acordo com os pesquisadores, o próximo passo é criar um circuito ainda menor (pequeno o suficiente para ser inserido em uma coroa dental) e capaz de enviar os dados capturados em tempo real através de Bluetooth para um telefone celular.

Além disso, os taiwaneses responsáveis pelo aparelho também pretendem fazer com que o sensor possa reconhecer entre diferentes tipos de alimentos – afinal, por enquanto, mascar um simples chiclete também é detectado pelo sistema como mastigação comum e, consecutivamente, deglutição excessiva por parte do usuário. E você, aceitaria colocar um desses na sua boca?

fonte: tecmundo

Sony e Panasonic trabalham juntas para criar disco óptico de 300 GB

Sony e Panasonic trabalham juntas para criar disco óptico de 300 GB

O objetivo principal das empresas japonesas é atender à demanda que existe por maiores espaços de armazenamento de dados na esfera profissional. Nos últimos anos, cresceu a necessidade de ampliar a capacidade de salvar arquivos extensos e em grande quantidade. Empresas de produção de vídeos em alta definição, na indústria de cinema e televisão, por exemplo, se beneficiariam com um novo padrão.

Assim, também, prestadoras de serviço de armazenamento de nuvem poderiam equipar seus datacenters com discos ópticos de maior capacidade, já que lidam com volumes cada vez maiores de dados e de transferências de arquivos.

Tanto a Sony quanto a Panasonic têm um histórico de sucesso no desenvolvimento de um padrão de disco, com o formato de Blu-Ray, e esperam, novamente em conjunto, entregar uma solução que preserve as informações futuras das próximas gerações.

fonte: tecmundo

8 tecnologias que saíram dos video games para a realidade

8 tecnologias que saíram dos video games para a realidade

Mas não é apenas nos campos de batalha que os cientistas se inspiram para criar novos equipamentos que facilitem as nossas vidas. Como já retratamos neste artigo, os pesquisadores podem e parecem extrair ideais da ficção, seja lendo um livro ou assistindo a um filme.

Outra fonte de inspiração dos cientistas são os video games, afinal, eles também são humanos e devem gastar várias horas do seu tempo livre jogando. Desta vez, você vai descobrir algumas das tecnologias que estão extrapolando o mundo dos jogos para se tornarem realidade.

Cura instantânea

8 tecnologias que saíram dos video games para a realidade

Se você já jogou algum título de ação, especialmente jogos de tiro em primeira pessoa (FPS para os mais inteirados no assunto), sabe que ter um kit de primeiros socorros (popularmente conhecidos como “medpac” ou “medkit”) na mala ou no bolso é fundamental para chegar até o final do game.

Sim, no mundo real já existem kits de primeiros socorros, mas apenas para pequenos ferimentos e que não são capazes de reestabelecer a sua vitalidade em questão de segundos. Bom, não fazem isso por enquanto.

O primeiro passo nesse sentido foi dado por Joe Landolina, estudante da Universidade de Nova York, que desenvolveu uma substância chamada Veti-Gel visando estancar sangramentos relativamente graves em questão de segundos. Confira no vídeo abaixo, caso você não tenha problemas em ver sangue, esse gel em ação.


Aí vai a bomba…

Quem já se aventurou em Gears of War deve se lembrar de um tipo de granada que explode a partir de uma diretriz previamente definida, como a aproximação de um inimigo. Esse tipo de arma oferecia como grande vantagem a possibilidade de você ferir oponentes escondidos.

8 tecnologias que saíram dos video games para a realidade 

Durante um conflito real, os soldados devem se deparar com situações bastante parecidas, principalmente com atiradores que permanecem escondidos atrás de estruturas como muros ou galpões. Não podemos afirmar, mas parece que alguns cientistas se basearam nesse jogo para criar o XM-25.

Esse armamento nada mais é que um lançador de granadas que podem ser programadas para serem explodidas em determinado ponto da sua trajetória. Assim, o combatente poderia disparar um projétil por cima daquilo que protege seu inimigo, mas deixando que a carga explosiva caia sobre a cabeça do alvo.

Vida extra

Nos games, há sempre uma chance a mais — uma “vida” escondida em algum canto do cenário ou quando você morre volta para o último checkpoint. Acho que não precisamos comentar que no mundo offline, até onde as áreas do conhecimento nos permitem concluir no presente momento, isso seria impossível de acontecer.

Ok, você não poderia ser ressuscitado quantas vezes quisesse, mas poderia ter um avatar. Assim, caso sofresse um acidente, somente essa extensão do seu corpo ficaria danificada. Você, propriamente dito, continuaria íntegro — ideia que inclusive já foi abordada nos filmes, como em “Avatar” ou “Os substitutos”.

Os avanços tecnológicos da robótica mostram que isso é viável e caminha para virar realidade. Contudo, há quem deseje ir mais longe, como o bilionário russo Dmitry Itskov. O rapaz criou um projeto batizado de 2045 Initiative, que pretende aplicar a transferência de informações cognitivas aos avatares.

Basicamente, a iniciativa quer permitir o transplante das suas lembranças para um novo “cérebro”. Ou seja, você teria um corpo jovem e saudável (e provavelmente robótico) com todas as experiências que adquiriu ao longo da sua vida “anterior” — até o ponto em que seremos meros hologramas com uma consciência humana de centenas de anos ou mais. Assim, em teoria, você poderia viver eternamente!

Quantas balas você ainda tem?

Empunhar uma arma no mundo virtual é por muitos motivos mais simples do que na vida real. Um deles é o fato de você sempre ter em um dos cantos da tela um indicador de quantas balas você ainda possui no pente (ou no tambor, para aqueles que preferem armamentos clássicos).

Em situações de combates do lado de fora dos computadores e consoles, é bem possível que você só se dê conta de que a munição acabou depois de apertar o gatilho e não sair nenhuma bala da arma. Porém, esse inconveniente pode estar com os dias contados — e você não vai precisar aprender uma técnica para contar quantos tiros já disparou.

Michael Ciuffo fabricou um pequeno dispositivo que pode ser acoplado à arma e fica responsável por automatizar essa árdua tarefa. Na gravação em que o inventor demonstra a sua criação, você pode perceber que ela ainda é bem simples e com muitas funções manuais. Quem sabe, com algum investimento e inovações, o aparelho consiga identificar o tipo de armamento utilizado e a realização de uma troca de pente.

Tiros precisos

Ainda no tocante às armas e tiros nos jogos, outra facilidade encontrada nos ambientes constituídos de pixels é o auxílio de mira — há inclusive títulos que oferecem recursos de mira automática. Aí, você para e pensa: isso nunca conseguirá ser reproduzido fora dos video games?

Uma coisa que temos aprendido com o passar dos anos é que quase nada é impossível para a tecnologia. A empresa TrackingPoint, especializada na fabricação de equipamentos bélicos, criou um sistema baseado em Linux capaz de atirar com uma precisão cirúrgica.

rifle XS1 possui um botão de “rastreamento”. Quando esse recurso é acionado, a arma cria um ponto de marcação no alvo. Feito isso, o alvo pode se mover o quanto quiser, pois, na próxima vez em que a indicação registrada pelo sistema e a mira da arma se encontrarem… Pow!

Outra peculiaridade deste armamento é que ele pode se conectar a dispositivos via WiFi, o que permite a realização de comandos remotamente de um smartphone ou tablet, por exemplo. Para ter um XS1 é preciso desembolsar US$ 17 mil (aproximadamente R$ 38 mil).

Aprimorando suas habilidades

Em muitos jogos, principalmente os futuristas, o seu personagem é capaz de incrementar suas habilidades de diferentes maneiras, incluindo o uso de equipamentos mecânicos, mutações, ervas ancestrais e outras substâncias químicas.

Por exemplo, na franquia Bioshock, você pode melhorar o desempenho dos protagonistas por meio dos Plasmids, que são soros especiais criados a partir de células-tronco do próprio “usuário” — modificando-o geneticamente e dando a ele determinadas capacidades inexistentes anteriormente.

8 tecnologias que saíram dos video games para a realidade

Com as pessoas de carne e osso, os experimentos que vêm sendo realizados não possuem tanta complexidade. Mas pesquisadores estão usando medicamentos e até entorpecentes para potencializar algumas características dos seres humanos. Uma delas é o fármaco modafinil, um remédio usado para o tratamento da narcolepsia e apneia do sono.

Contudo, descobriu-se que ele também é capaz de deixar você acordado por cerca de 40 horas sem qualquer redução da sua capacidade mental e de concentração — algo que em uma situação comum seria anormal depois de tanto tempo sem deixar o cérebro descansar. A força aérea dos EUA está estudando a possibilidade de, em casos específicos, fornecer esse medicamento para seus pilotos — os quais muitas vezes trabalham em operações bastante longas e que exigem o máximo de atenção.

Informações o tempo todo e em tempo real

Uma grande diferença entre ser soldado em jogo e na realidade é a facilidade com que você tem acesso a informações, como a posição dos seus companheiros, um mapa de onde está ocorrendo o confronto e um inventário com os itens que esteja carregando.

8 tecnologias que saíram dos video games para a realidade

Com o desenvolvimento do Google Glass, os óculos da gigante das buscas que possui conexão com a internet e compatibilidade com a realidade aumentada, vários cientistas já estão buscando adaptar tais funcionalidades para outros dispositivos. Entre eles, alguns engenheiros do Ulsan National Institute of Science and Technology, na Coreia do Sul, inventaram lentes de contato que promovem as mesmas funções do produto da Google.

Embora pareça lógico ser usado no meio militar, nada impede que em pouco tempo possamos usar um aparato desses para nos informar a melhor rota para o trabalho, a previsão climática do dia ou como anda a nossa saúde sem precisar carregar um gadget pesado ou colocar uns óculos que aparentam estar quebrados.

Veículo antimíssil

Títulos de guerra não faltam, mas uma característica é muito compartilhada em boa parte deles: alguns veículos parecem indestrutíveis. Calma, os cientistas ainda não descobriram um novo tipo de metal que seja impenetrável. Mas a tecnologia tem ajudado os meios de transportes dos soldados a ficarem mais seguros.

A DARPA, um dos órgãos responsáveis pelo desenvolvimentos de novas tecnologias para o exército dos EUA, criou um sistema de proteção batizado de Iron Curtain, que intercepta mísseis antes que eles atinjam o carro.

O mecanismo consiste em sensores que captam a proximidade do projétil e ativam uma arma que dispara contra ele. Assim, o explosivo é acionado antes de alcançar o veículo — promovendo uma redução dos danos causados a ele, caso o foguete o tivesse acertado.

fonte: tecmundo

Quais os melhores antivírus do primeiro semestre de 2013?

Quais os melhores antivírus do primeiro semestre de 2013?

Todos os antivírus testados ofereceram uma taxa de proteção de mais de 90%, mas a liderança acabou sendo dividida por três softwares: BitdefenderF-Secure e Kaspersky. Confira a lista completa com o desempenho dos antivírus testados e aproveite para fazer o download no Baixaki de um dos softwares de proteção.

Os melhores antivírus – março a junho de 2013

  1. Bitdefender – 99,9% de eficácia
  2. Kaspersky – 99,9% de eficácia
  3. F-Secure – 99,9% de eficácia
  4. Trend Micro – 99,8% de eficácia
  5. Emsisoft – 99,4% de eficácia
  6. McAfee – 99,3% de eficácia
  7. eScan – 99,3% de eficácia
  8. Fortinet – 98,9% de eficácia
  9. Avast – 98,9% de eficácia
  10. G DATA – 98,7% de eficácia
  11. ESET – 98,6% de eficácia
  12. BullGuard – 97,9% de eficácia
  13. AVIRA – 97,4% de eficácia
  14. Panda – 97,4% de eficácia
  15. AVG – 96,3% de eficácia
  16. Vipre – 96,2% de eficácia
  17. Sophos – 96,1% de eficácia
  18. Microsoft Securitiy – 92,5% de eficácia
  19. AhnLab – 90% de eficácia

fonte: tecmundo

YouTube: por que a reprodução trava e o vídeo demora para carregar?

YouTube: por que a reprodução trava e o vídeo demora para carregar?

 Quantas vezes você já se irritou com a sua operadora ou provedora de internet por apresentar uma conexão ruim? É possível que todo mundo já tenha perdido a paciência, pelo menos uma vez, esperando um vídeo ser carregado no YouTube e ainda assim não conseguir assistir ao conteúdo na qualidade que gostaria. Mas você sabe dizer quais são as razões da lentidão e do atraso na reprodução de vídeos na internet?

De uma maneira geral, costumamos pensar que o problema de transmissão de dados ocorre por uma falha de sinal das prestadoras de serviço a nós, os consumidores finais. O que ocorre, porém, é um pouco mais complicado e envolve questões comerciais entre as provedoras de internet e as grandes empresas de distribuição de conteúdo.

Tudo se resume a dinheiro, é claro. A razão pela qual um vídeo pode demorar eternamente para carregar – apesar de a propaganda abrir instantaneamente – está no valor negociado pelo tráfego de dados entre os servidores e os grandes centros distribuidores. Isso significa, grosso modo, que as empresas provedoras de acesso precisam comprar banda para que seus clientes consigam assistir aos conteúdos de canais como YouTube e Netflix em uma boa velocidade.

Sistema de peering e de tráfego de dados

O núcleo da internet é formado, basicamente, por meia dúzia de datacenters conectados em rede que conseguem se conectar a qualquer ponto do mundo, simplesmente se comunicando entre eles – o chamado sistema de peering. Essas gigantes da comunicação são empresas como a AT&T, a Deutsche Telekom, Telecom Italia e a Verizon.

Provedoras de acesso, de menor escala e volume, negociam com essas gigantes do mercado a utilização de uma parcela da banda pelos seus clientes. É nesse ponto de negociação pelo tráfego de dados que as empresas brigam nos bastidores. A questão começa a complicar quando as partes envolvidas em cada percurso de distribuição começam a ter suas próprias reivindicações por valores e participações.

Entre essas discussões, aparece o debate sobre a distância percorrida por um volume de dados por um servidor intermediário e a entrega do conteúdo por um provedor no final do caminho; afinal, quem deve pagar mais banda a um distribuidor? Frequentemente, o não pagamento de um provedor de acesso a um canal de peering obriga que a sua conexão doméstica procure um sistema de trânsito mais longo para atender a sua solicitação, como assistir a um vídeo, por exemplo.

Rota de acesso

O mesmo ocorre quando as empresas provedoras de acesso se recusam a atualizar os dados de conexão e deixam o tráfego congestionado. Serviços como o YouTube da Google e o Netflix, por exemplo, oferecem armazenamento em cache, perto de centros residenciais, para que os vídeos possam ser acessados com maior velocidade pelos usuários. Porém, se a provedoras não atualizam seus sistemas, o vídeo precisa encontrar outro caminho para chegar até a sua sala de estar.

Conexões de banda rebaixada afetam diretamente o streaming de vídeos porque esses materiais exigem mais tráfego de dados do que qualquer outra atividade na rede. Juntos, YouTube e Netflix respondem pela metade de toda a banda da internet na América do Norte em horários de pico. E, certamente, a lentidão e o atraso para carregar um vídeo tira o consumidor do sério com mais facilidade do que uma página web que não abre.

Quando esperamos o vídeo abrir, impacientemente, na página do YouTube, nem imaginamos quantos acordos e quantos serviços estão envolvidos no processo de distribuição de acesso na internet, mas podemos perceber que, em algum ponto do percurso, alguém está querendo lucrar um pouco mais com a transmissão de conteúdos pela rede.

fonte: tecmundo

Chromecast é hackeado três dias depois do anúncio

Em 25 de julho, a Google anunciou um novo dispositivo para executar aplicativos em televisores, o Chromecast. Três dias depois, o grupo GTV Hacker já explorou o código do produto – e comentou algumas das possibilidades de uso do aparelho fora de suas funções convencionais.

A conclusão é que o dispositivo roda uma versão alternativa do Android, mais próxima da que é encontrada na Google TV, mas de código bem mais simples. Antes, o que se esperava era um modelo diferenciado do Chrome OS. De qualquer forma, o grupo achou fácil realizar o root para explorar o interior do aparelho.

A má notícia é que, até o momento, não foi possível instalar novos aplicativos no aparelho, mas isso não significa que tudo está perdido – recursos da Google TV podem surgir no futuro ou o próprio grupo pode achar um meio de instalá-los

Se você quiser, pode baixar a versão liberada pelo grupo clicando aqui. Por enquanto, ela não tem muita utilidade para o consumidor, mas especialistas na área podem achar divertido explorar o mais novo produto da Google.

fonte: tecmundo