Super X 2.0 “Darwin”

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Foi lançado na última semana, o SuperX 2.0 “Darwin”, que recebeu o nome do grande cientista Inglês Charles Darwin como um tributo à sua grande contribuição em relação à ciência. O lançamento vem com o Linux kernel 3.2 e o ambiente dekstop KDE 4.10.2 por padrão. Para aqueles que querem kernels mais recentes, eles estão disponíveis a partir do repositório. SuperX 2.0 está disponível para sistemas de 32 e 64-bit; anteriormente, não havia SuperX 2.0 “Darwin” para 32-bit, mas devido a mudanças implementadas, a equipe responsável decidiu trabalhar nisso, devido à demanda popular para a versão e incompatibilidade de certas aplicações com a versão 64-bit.

SuperX é um sistema operacional desktop, orientado com base no Ubuntu e no Debian GNU / Linux, usando um ambiente de trabalho KDE altamente personalizado. Ela foi originalmente desenvolvida na Índia por um adolescente, construída com a utilização de software livre e de código aberto. SuperX é altamente modular, flexível e cloud-centric, com uma interface de usuário de desktop projetada especialmente para os iniciantes no mundo Linux.

Saiba Mais: http://superxos.com/forums/viewtopic.php?pid=435

fonte: ubuntued.info

Nutricionista norte-americana afirma ser alérgica à tecnologia

Nutricionista norte-americana afirma ser alérgica à tecnologia “Sentia que estava enlouquecendo. Os médicos não conseguiam encontrar nada de errado em mim, eu estava em boa forma e saudável em todos os demais quesitos — uma bateria de testes provou isso”, relata a nutricionista Julia Taylor. Embora profissionais da saúde indicassem que as dores constantes que ela sofria eram causadas pela chegada da menopausa, outro elemento era o verdadeiro culpado: a convivência com a tecnologia.

Segundo Julia, até que o diagnóstico fosse descoberto, ela foi forçada a recorrer a diversas marcas de analgésicos, métodos de medicina alternativa e até mesmo a terapias de reposição hormonal, somente para ver todas essas soluções falhar. “Eu não conseguia trabalhar direito porque eu estava exausta o tempo todo. Uma vez, eu não dormi por quatro noites seguidas. Eu estava vivendo em um pesadelo”, afirma ela.

A nutricionista acredita sofrer de uma condição conhecida como eletrohipersensibilidade (EHS), responsável por causar todos seus sintomas. Em outras palavras, ela diz possuir alergia à radiação provocada por sinais WiFi, smartphones, tablets, telas de televisão e luzes florescentes — em resumo, a todos os elementos que constituem a vida moderna.

A EHS é uma condição controversa entre os médicos, que discordam sobre sua real existência. Enquanto países como a Suécia reconhecem a condição como um obstáculo para a realização de atividades cotidianas, os Estados Unidos acreditam que não há provas que relacionem os sintomas reportados a aparelhos eletrônicos.

Tecnologia e saúde

Segundo Denis Henshaw, professor emérito de Efeitos de Radiação em Humanos da Universidade de Bristol, muitas pessoas que vivem próximas a linhas de alta tensão apresentam desordens do sono e sintomas de depressão. “Isso pode ser explicado pelo fato de que campos magnéticos desregulam a produção de hormônios como a melatonina”, explica o especialista.

Nutricionista norte-americana afirma ser alérgica à tecnologia

“Ainda não sabemos se outros sintomas do EHS ocorrem dessa maneira, mas pesquisadores estão estudando as maneiras como os campos elétricos e magnéticos podem afetar negativamente a saúde”, explica Henshaw. Mesmo sem dados concretos, entidades europeias já aprovaram resoluções que limitam o uso de redes WiFi e de celulares em escolas.

Além disso, a Organização Mundial da Saúde classifica os campos magnéticos gerados por telefones móveis como potencialmente cancerosos. Pesquisadores acreditam que aproximadamente 5% da população mundial sofre da mesma condição de Julia, cujas causas normalmente estão relacionadas à exposição a dispositivos eletrônicos modernos.

fonte: tecmundo

Interface permite controlar os braços de outra pessoa pela internet

Um grupo de graduandos do Programa de Telecomunicações Interativas da Universidade de Nova York acaba de desenvolver uma API (Interface de Programação de Aplicativos, na sigla em inglês) de licença livre que permite que se controlem os braços de outras pessoas remotamente.

Denominado Open Limbs, o programa utiliza um joystick, um teclado ou o acelerômetro de um iPhone para controlar a movimentação dos membros “através da internet”. Os movimentos são recriados por meio de pulsos elétricos conectados aos nervos diretamente ligados à musculatura, o que provoca as contrações.

Na demonstração conduzida durante o evento ITP, os movimentos foram controlados também por intermédio de um Wilmington Robotic Exoskeleton (WREX), um dispositivo ortopédico desenvolvido para auxiliar pessoas com músculos fracos a moverem os braços.

Alternativamente, os eletrodos também foram ligados a um sensor infravermelho que rastreava os movimentos do dedo, de forma que a movimentação pôde ser provocada com um simples movimento em frente ao aparelho.

Pretensões médicas

Interface permite controlar os braços de outra pessoa pela internet [vídeo]

Naturalmente, as pretensões da equipe da Universidade de Nova York vão além de uma demonstração com alguns sorrisos desconcertados (confira o vídeo que abre este texto). “Nós estamos realmente interessados em controles não autônomos de partes do corpo, de forma que outras pessoas possam controlar os seus movimentos”, afirmou Will Canine, um dos criadores do projeto — e também a cobaia do vídeo — ao Yahoo! News.

“Normalmente essa ideia assusta as pessoas, mas nós pensamos em implicações realmente interessantes para pessoas com paralisias ou que, por algum motivo, não possam controlar seus movimentos corporais.” Até o momento, a API permite apenas que se controlem os antebraços e os bíceps — já que as pernas seriam muito pesadas. Entretanto, os estudantes esperam que a tecnologia possa ser desenvolvida a fim de servir também a outros membros.

fonte: tecmundo

Robôs-mordomos já são uma realidade e podem facilitar sua vida

O futuro chegou! O momento pelo qual você tanto esperou está prestes a se tornar realidade e o sonho de termos um mordomo robótico não é mais exclusividade da ficção. Pesquisadores da Cornell University, em parceria com cientistas da Ashutosh Saxena, criaram um robô capaz de antecipar suas necessidades para ajudá-lo sem que você tenha que dar um comando para isso.

Quem nunca quis que um robô servisse seu almoço e enchesse seu copo de refrigerante quando necessário? Pois essas são apenas algumas das ações que a criação — que ainda não possui um nome, mas que poderia ser facilmente chamada de Rose, como a personagem de “Os Jetsons” — pode realizar.

De acordo com os pesquisadores, o robô consegue executar diversos tipos de tarefas básicas dentro de uma casa. O melhor de tudo é que essas atividades são executadas sem que a pessoa tenha falado a ordem corresponde. Isso acontece graças à tecnologia de antecipação desenvolvida pela universidade que faz com que a máquina consiga prever o que você precisa.

Robôs-mordomos já são uma realidade e podem facilitar sua vida

Entre os serviços domésticos já obtidos, temos desde ações simples, como a organização de uma estante, até coisas mais específicas, como servir uma bebida ou preparar uma carne. Além disso, os cientistas apontam que o robô também é capaz de dar remédios a pacientes, fazendo com que ele possa ser usado como ferramenta auxiliar na enfermagem, por exemplo.

A proposta é que, além de ajudar em seu lar, a tecnologia possa ser melhorada e levada para outros ambientes. Em um futuro breve, essas máquinas podem ajudar médicos em cirurgias, entregando os equipamentos necessários para cada situação durante o processo.

Como funciona

Para que esse salto no futuro aconteça, o serviçal robótico possui uma base de dados com mais de 120 vídeos que o ajudam a analisar e entender o movimento do usuário para saber como reagir àquilo. A partir de um Kinect posicionado na altura dos olhos, ele lê sua postura e prevê o que você quer, realizando a tarefa automaticamente.

Mais do que isso, ele possui uma série de algoritmos complexos que detectam a ação e relacionam-na à reação esperada e aos objetos que estão por perto. A ideia é que, com base nessa leitura, o serviçal possa fazer aquilo que você quer e ainda percorrer todo o caminho necessário para isso.

E como todo bom robô que imita o ser humano, o mordomo de ferro também aprende com seus erros, melhorando sua precisão a cada tentativa. De acordo com os pesquisadores da universidade, ele já alcançou um índice de acertos de 83,1% em detecção de atividades consideradas de alto nível.

fonte: tecmundo

Homem amputado produz os próprios braços biônicos

Homem amputado produz os próprios braços biônicos

Para tanto, o agricultor utilizou materiais que tinha à disposição, incluindo uma ampla variedade de fios, roldanas e sucatas. O resultado deu tão certo que Jifa atualmente vende suas próteses para diversas cidades vizinhas. Ele comercializa cada uma delas por US$ 490 (aproximadamente R$ 1.020), no que se tornou um negócio bastante próspero — ele estima que já foram vendidas mais de mil.

Para o agricultor, entretanto, a maior vantagem foi a possibilidade de não se sentir inútil, já que as próteses o permitem realizar grande parte das suas atividades sem maiores problemas — incluindo a condução de maquinários agrícolas e, naturalmente, a produção de novas próteses. “Eu consigo controlar meus braços com os movimentos dos meus cotovelos, e posso trabalhar, fazer amor e me alimentar, como qualquer outra pessoa”, ele conclui.

fonte: tecmundo

Conheça o monotrilho de Wuppertal, o primeiro trem suspenso do mundo

Conheça o monotrilho de Wuppertal, o primeiro trem suspenso do mundo

 Pensar em um sistema de transporte eficiente, relativamente barato e capaz de não interferir no trânsito de outros meios de locomoção é um dos temas mais recorrentes em discussões que versam sobre mobilidade. Hoje, inclusive, pensar em soluções alternativas ao problema do crescimento acelerado e descontrolado das grandes cidades é um verdadeiro desafio.

E devemos considerar: dispositivos até poucos anos vistos como “exageros da ciência” cabem atualmente em nossos bolsos; saídas inteligentes que deveriam usar os avanços da tecnologia para remediar o caos nos centros urbanos são ainda “o sétimo selo” quando se toca, de alguma forma, no campo das políticas e estratégias de transporte.

Mas e se uma possível solução já estiver em pleno funcionamento? Ainda mais: e se esse fabuloso transportador de passageiros tiver mais de 100 anos? Pois saiba que Henry Palmer, um engenheiro inglês, idealizou em 1824 o que pouco mais tarde se chamaria de “monotrilho” ou “trem suspenso”.

O protótipo

Apesar de ter sido concebido por um inglês, um engenheiro alemão chamado Carl Eugen Langen foi o construtor do primeiro vagão motorizado suspenso do mundo. O protótipo pairou sobre um conglomerado de vilarejos alemães pela primeira vez em 1897 – mais tarde (em 1929), essa região proclamou-se como a conhecida cidade de Wuppertal, localizada na região de Renânia do Norte-Verstfália, às margens do rio Wupper (sul da região de Ruhr).

Conheça o monotrilho de Wuppertal, o primeiro trem suspenso do mundoNotado o sucesso do trem suspenso, a construção de um modelo capaz de transportar pessoas foi finalmente iniciada: de 1898 a 1901, o mestre de obras Wilhem Feldmann conduziu as operações que deram forma ao monotrilho de nome “Wuppertaler Schwebebahn” (que significa, em tradução livre do alemão, “trem suspenso de Wuppertal”).

Curiosidade: em outubro de 1900, um ano antes da conclusão das obras, o imperador alemão William II chegou a dar uma volta de monotrilho durante os ensaios finais que consolidariam o trem como a principal atração da futura cidade de Wuppertal.

O monotrilho hoje

Atualmente, o monotrilho é capaz de transportar 75 mil passageiros por dia (praticamente 25 milhões deles a cada ano). O trem suspenso percorre um trajeto de 13,3 km a uma velocidade média de 60 km/h, fazendo 20 paradas em duas dezenas de estações. Cada vagão mede 24 metros de comprimento e pode carregar até 130 pessoas.

Conheça o monotrilho de Wuppertal, o primeiro trem suspenso do mundo

De toda viagem, cerca de 10 km são percorridos sobre o rio Wupper. Isso mesmo, quase todo o trajeto do trem suspenso de Wuppertal proporciona aos passageiros uma visão privilegiada. Quando pairam sobre as águas agarrados ao seu trilho, os vagões ficam a uma altura de 12 metros; em seus 3,3 km restantes, o monotrilho “alça voo” à distância de 8 metros do solo.

Praticamente um encouraçado

Ao contrário do que se pode naturalmente pensar, o monotrilho não passou por grandes períodos de reforma ou interdições nesses últimos 112 anos – mesmo enfrentando duas guerras mundiais, diga-se de passagem.

Durante a Grande Guerra (1914 – 1918), a Alemanha exportou muito contingente masculino, deixando praticamente todos os campos de trabalho nas mãos das mulheres – que não possuíam, na época, habilidades necessariamente adequadas à manutenção do trem suspenso.

Conheça o monotrilho de Wuppertal, o primeiro trem suspenso do mundo

Além disso, parte do território em que o monotrilho passava chegou a pertencer, durante o período pós-guerra, aos domínios franceses: todos os passageiros precisavam passar pela alfândega se desejassem seguir viagem – enfrentando, como já é de se esperar, situações políticas bastante tênues.

Conheça o monotrilho de Wuppertal, o primeiro trem suspenso do mundo

A Segunda Grande Guerra (1939 – 1945) quase não foi capaz de dobrar os trilhos do trem suspenso de Wuppertal. Apesar de ter sido bombardeada por aviões e ter sido então danificada, a estrutura do tal meio de transporte alemão resistiu bravamente durante o legado de Hitler. Apenas uma rápida interdição fora feita no final de 1945; em 1946, o monotrilho já operava a todo vapor.

Um elefante circense no vagão?

Em 1950, um circo viajante teve a brilhante ideia de anunciar seus espetáculos usando como placa ambulante um dos vagões do trem suspenso. E como deixar a publicidade ainda mais original? Colocando um elefante de circo dentro do monotrilho, é claro.

E foi precisamente isso o que se fez. Um mamífero gigante de quatro patas pesando toneladas começou então a “desfilar”, preso dentro de um dos vagões, pelo trajeto do trem. Sim, você já pode prever o resultado dessa estratégia publicitária fantástica: o animal começou a ficar agitado devido aos ruídos pouco agradáveis do atrito entre as peças de ferro e pulou do vagão.

Conheça o monotrilho de Wuppertal, o primeiro trem suspenso do mundo

Por sorte, o elefante passava por um dos 10 km em que o monotrilho paira sobre o rio Wupper. Depois de esfacelar a porta do trem, o simpático e assustado mascote circense saiu ileso do acidente, uma vez que caiu como… Bom, como um elefante sobre água. Alguns jornalistas que cobriam o evento acabaram se ferindo, mas nenhum deles morreu.

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Assita ao vídeo abaixo e faça um tour por algumas das estações deste fantástico trem que, além de ter resistido a duas Guerras Mundiais, é hoje fonte de inspiração para vários projetos que levam como conceito a ideia originária de Henry Palmer, o projetista inglês do monotrilho.

fonte: tecmundo

Gel controlado por laser pode ser o futuro da robótica

A tecnologia não para de nos surpreender. Você já deve ter visto, aqui no Tecmundo, reportagens sobre o grafeno e sobre o hidrogel. Quem decidiu combinar esses dois materiais e criar algo surpreendente foram os pesquisadores da Universidade de Berkeley. A equipe conseguiu desenvolver um tipo de hidrogel que reage e se movimenta quando é bombardeado com um laser específico.

O material foi desenvolvido a partir da combinação de proteínas sintéticas elásticas com folhas de grafeno que possuem a espessura de um átomo. Quando o material é bombardeado com um laser, as folhas de grafeno geram calor, e isso faz com que as proteínas absorvam ou liberem a água conforme esquentam ou esfriam.

Dessa forma, é possível fazer com que o hidrogel funcione de forma parecida com as células que permitem que as plantas se movimentem em busca de luz. A diferença é que os movimentos podem ser controlados e muito mais rápidos. Esse tipo de material pode permitir a criação de um novo tipo de robô, com menos partes mecânicas e movimentação mais natural.

fonte: tecmundo