Vinho Sinuelo e Facebook: caso de traição explode nas redes sociais

Vinho Sinuelo e Facebook: caso de traição explode nas redes sociais

 “Traição” não é uma palavra nova, mas está sendo muito utilizada nas redes sociais aqui no Brasil. O motivo para isso foi o compartilhamento de uma suposta conversa entre duas pessoas  por meio do chat doFacebook: um professor universitário e uma de suas alunas. No bate-papo, os dois combinam um encontro amoroso na casa dele, além de fazerem alguns comentários sobre isso no dia seguinte.

A conversa pode ser vista neste link e foi postada pelo perfil da própria garota — aparentemente depois de ter sido invadido. Depois de alguns compartilhamentos, a história começou a bombar em toda a internet e alguns dos termos começaram a ser utilizados como piadas rapidamente — é o caso da calça legging e do vinho Sinuelo. E isso não se restringe apenas aos perfis de pessoas físicas.

Outro exemplo é a rede de lojas Ponto Frio, que também embarcou na brincadeira e lançou promoções baseadas nas conversas entre a garota e seu professor. Você pode conferir as mensagens no Twitter da loja pelos seguintes links (12 e 3). E aí, já viu alguma piada referente ao tema hoje? Será que isso vai fazer o Fidelidade Face ficar mais popular?

fonte: tecmundo

O fim do MSN Messenger: uma era que vai deixar saudade ?

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Hoje, dia 30 de abril de 2013, chega ao fim uma das maiores histórias de amor de todos os tempos. MSN Messenger e usuários brasileiros precisam dizer “adeus”, pois a Microsoft está encerrando o funcionamento do serviço. Na América do Norte a “morte” já havia ocorrido, mas no Brasil ainda estamos ouvindo os últimos suspiros do MSN Messenger. E certamente ele vai deixar saudades.

Não teremos mais winks ou emoticons animados. A sua tela não vai mais balançar quando algum amigo quiser chamar a sua atenção. “É o fim de uma era”, não há como resumir isso tudo de outra forma. No infográfico que preparamos, você vai ver tudo o que já dissemos e muito mais. Temos certeza de que você vai se identificar com muitos dos elementos citados no material.

Ah! E se você ainda quiser conversar com seus amigos do MSN, vai ter que migrar sua conta para o Skype. Não sabe como fazer isso? Então confira o tutorial clique aqui link.

fonte: tecmundo

Skype lança chamadas por vídeo para o Outlook.com

O MSN morreu e não há nada que possamos fazer para revivê-lo. Mas não é por isso que os usuários dos serviços da Microsoft estarão abandonados. O Skype — serviço de mensagens instantâneas que foi adquirido pela empresa de Redmond há quase dois anos — está disponibilizando um novo recurso para chamadas por vídeo para os usuários do Outlook.com.

Com isso, quem possuir uma conta nos serviços de email da Microsoft (Outlook.com, Hotmail e Live.com) vai poder realizar videoconferências pela própria interface do aplicativo online. Ou seja, ao mesmo tempo em que acessam seus emails, os usuários vão poder conversar com outras pessoas por meio de suas webcams — sendo necessária apenas a instalação de um plugin nos navegadores.

Por enquanto, apenas o Reino Unido está recebendo a novidade, mas em poucas semanas o sistema também deve ser disponibilizado para os norte-americanos. Ainda deve demorar alguns meses para que os brasileiros também possam aproveitar as videoconferências realizadas diretamente nas páginas do Outlook.com — a Microsoft promete o lançamento mundial para o começo do segundo semestre.

fonte: tecmundo

3G e 4G: entenda as diferenças de infraestrutura

3G e 4G: entenda as diferenças de infraestrutura

No momento, as operadoras de celular começam a anunciar seus planos comerciais de 4G, como é o caso da Claro e da Oi. As duas empresas inauguraram o serviço da rede de telefonia móvel de quarta geração para a cidade de São Paulo, no último dia 25, com planos que custam R$ 100 em média.

Mas o que significa, na prática, ter cobertura 4G no país? O Tecmundo já publicou alguns comparativos sobre essas duas redes, ressaltando as diferenças que existem entre as duas tecnologias. Porém, se pensarmos na infraestrutura, é provável que muita gente não saiba que tipo de equipamentos foi necessário para fazer com que o 4G chegasse ao consumidor final.

Novas antenas e torres

Apesar de ainda funcionarem de maneira semelhante, existem diferenças muito visíveis entre as redes móveis 3G e 4G. A princípio, o caminho da comunicação permanece o mesmo: os celulares enviam sinais para as torres e, logo em seguida, essas torres repassam os dados para uma central de comunicações. Porém, o que muda realmente são os equipamentos.

A rede 4G opera em uma frequência distinta da 3G e, por isso, são necessárias antenas diferentes e que possam operar na faixa de 2,5 GHz, reservada pelo governo brasileiro para esse tipo de comunicação.

As antenas 4G são mais baixas do que as 3G e possuem um sinal bem mais denso. Se uma torre 3G pode compartilhar o sinal com cerca de 60 a 100 telefones, a 4G aumenta em muito esse número: uma torre da nova rede pode servir de 300 a 400 pessoas, suportando muito mais usuários simultâneos.

Em contrapartida, as antenas 4G fornecem uma cobertura menor, exigindo que mais antenas sejam instaladas para que o sinal se mantenha consistente. De acordo com o site Baguete, o número de antenas instaladas deve duplicar para o bom funcionamento do 4G.

3G e 4G: entenda as diferenças de infraestruturaAntenas 4G têm sinal mais denso, mas cobertura menor 

Burocracia contra o 4G

E essa expansão não é fácil. De acordo com o Terra, o Brasil precisa de 30 novas antenas por dia para que a rede de quarta geração esteja completamente implementada para a Copa de 2014. Porém, esses equipamentos precisam de uma licença do governo que autorize a sua instalação, e é exatamente nesse ponto que as operadoras têm encontrado dificuldades.

Para ter uma ideia de como esse processo pode ser lento, o diretor-executivo do sindicato das operadoras SindiTeleBrasil, Eduardo Levy, declarou em entrevista para o UOL que o prazo para obtenção de licenças para instalar uma única antena pode demorar de 6 a 8 meses. Há situações ainda mais complicadas, em que são necessárias sete licenças para a instalação de uma única antena.

A razão para essa lentidão é o fato de que cada cidade possui suas regras para a instalação desse tipo de equipamento. Em algumas, por exemplo, as antenas não podem ser instaladas perto de escolas ou hospitais. Dessa forma, a taxa atual é de 15 antenas instaladas por dia, metade do número necessário.

Para resolver esse imbróglio, há a Lei Geral das Antenas (Lei 5013/13), que tenta padronizar todas essas regras municipais e estaduais para instalação dos equipamentos. O projeto foi aprovado em fevereiro pelo Senado, mas ainda está aguardando tramitação na Câmara dos Deputados. Essa lei prevê, por exemplo, concessão automática para instalação de antenas  caso as prefeituras não se posicionem contra em até 60 dias.

3G e 4G: entenda as diferenças de infraestrutura

3G pelo ar, 4G pela terra

Há também outra mudança importante e que é responsável direta pelo aumento da largura de banda. No caso do 3G, a comunicação entre as torres e a central telefônica é feita por ondas de rádio. Já na quarta geração da rede móvel, esses dados são trocados por cabos de fibra óptica. Isso aumenta a largura de banda e, consequentemente, entrega mais velocidade de navegação para quem costuma navegar pelo celular, já que metade do caminho percorrido pelos pacotes de dados é feito por esses cabos.

O mesmo caminho é percorrido, de maneira inversa, para entregar os dados solicitados aos celulares dos clientes, sendo que há faixas de frequências separadas para o envio (uplink) e recebimento de dados (downlink), fazendo com que um não interfira no outro.

Estádios e aeroportos

Além de toda a instalação de cabos de fibra óptica, de novas antenas e torres nas principais cidades do país, as operadoras estão investindo R$ 200 milhões para oferecer uma cobertura 4G melhor nos estádios e aeroportos brasileiros.

Cerca de 12 estádios terão salas exclusivas para a instalação de equipamentos que devem reforçar o sinal da rede de comunicação nesses locais. A mesma operação deve levar o sinal do 4G aos aeroportos das capitais que receberão os jogos da Copa do Mundo da FIFA, garantindo que todos possam navegar com mais tranquilidade.

Celulares compatíveis no Brasil

Outra ponta da infraestrutura necessária para o funcionamento do 4G em nosso país diz respeito aos consumidores, que se quiserem desfrutar de toda a velocidade dessa rede precisarão ter aparelhos capazes de suportar esse tipo de tecnologia. Vale a pena reforçar que a troca de celular não é obrigatória e que as redes 2G e 3G continuarão em operação.

3G e 4G: entenda as diferenças de infraestrutura

LG Optimus G, um dos modelos 4G disponíveis no Brasil 

Porém, quem quiser fazer a migração já pode escolher entre diversos modelos disponíveis nas principais lojas do país. Entre eles estão Sony Xperia ZQLG Optimus GMotorola Razr HD,Nokia Lumia 920 e o recém-lançado Samsung Galaxy S4. Novos aparelhos também devem chegar logo ao Brasil, como é o caso do Galaxy Express.

Desafogando o 3G

O investimento em 4G no Brasil pode resultar em outro aspecto positivo: com a migração dos clientes mais exigentes para a nova rede, o 3G tende a ficar menos congestionado e ganhar um aumento no desempenho. Afinal, quanto menos pessoas estiverem conectadas a uma mesma célula, maior será a velocidade para tráfego de dados.

Agora, só nos resta saber quanto tempo levará para que os preços dos planos de 4G diminuam. Isso deve acontecer à medida que a oferta e a procura pela nova rede aumentarem. Enquanto isso, ficamos na torcida para que o 4G se torne rapidamente o novo padrão de comunicação móvel no Brasil.

fonte:tecmundo

Google libera o código-fonte do Google Glass

Google libera o código-fonte do Google Glass

 Com o lançamento do Google Glass, era de se esperar que, assim como acontece com o Android, o seu código fosse disponibilizado para quem quisesse acessá-lo. Isso se confirmou com o anúncio de que o código-fonte foi liberado ao público.

A Google divulgou o código do kernel de Linux do Google Glass em seu site, mas ainda faltam elementos para que seja possível realmente tirar todo proveito do aparelho. A empresa deve fazer isso em breve, já que o Glass deve ser vendido com uma versão do Android.

Para mostrar que o código do gadget é tão livre quando o Android, a Google deixou o sistema do Glass completamente aberto para os desenvolvedores, permitindo que modificações possam ser feitas pela comunidade. De acordo com a empresa, isso foi permitido para que os devs possam realmente aproveitar todo o potencial do aparelho.

Para acessar o código kernel do Google Glass, basta clicar aqui.

fonte: tecmundo

Teclado KALQ promete digitação 34% mais rápida em telas touchscreen

Teclado KALQ promete digitação 34% mais rápida em telas touchscreen

 Cansou de digitar textos em um teclado na configuração QWERTY? Acha o padrão DVORAK muito complicado? Cientistas da University os St. Andews desenvolveram uma nova configuração para teclas que, segundo os próprios criadores, otimiza em até 34% a escrita de recados ou textos em telas touchscreen.

O padrão KALQ (combinação das quatro últimas teclas do lado direito do teclado) foi criado após estudos de “técnicas de otimização computacional” pelos pesquisadores, que notaram o uso contínuo do polegar durante a digitação em tablets e smartphones – e a possibilidade de acabar com o monopólio do QWERTY nesses aparelhos.

Para obter o melhor desempenho, a chave é posicionar teclas bastante utilizadas mais próximas umas das outras e usar os dois polegares, dividindo a tela pela metade e separando os caracteres igualmente. Um aplicativo para Android que faz a atualização para KALQ deve ser lançado em breve. O iOS não terá o serviço, já que a Apple não permite alterações em seu padrão de teclado.

fonte: tecmundo

Dispositivo transforma forno a carvão em carregador de celular

Dispositivo transforma forno a carvão em carregador de celularUma nova invenção chamada VOTO, criada pela empresa norte-americana Point Source Power, é capaz de recarregar celulares e outros dispositivos eletrônicos utilizando o calor do fogo. Para isso, a ferramenta utiliza uma bateria ativada pelo calor, a qual é disposta sobre um forno a carvão. Do outro lado dela, um fio conecta a outra ponta da bateria no celular, que é recarregado com eletricidade gerada a partir da biomassa de carbono e hidrogênio queimada pelo fogo.

De acordo com o CEO da Companhia, Craig Jacobsen, o produto foi desenvolvido com dois públicos-alvo diferentes: pessoas que pretendem acampar e utilizar dispositivos elétricos no meio da natureza e habitantes de regiões subdesenvolvidas que possuem celulares, mas não têm eletricidade em casa.

fonte: tecmundo